E foi assim que tudo se deu. A história que tardou para começar, do fim inicia. É mais árdua a tarefa do construtor de floreios, perpassar do início. Há de se ter toda uma história para se desenrolar. A verdade é que há de ter uma história para se fingir. Como é assim que sempre foi, sempre será. Peguei aquele homem. Pudera eu ser. Como uma manta que pude pôr sobre os ombros e caminhar pelas pessoas e fatos, desse tão ignóbil estatelar-se de gente. Abri os olhos e olhei para o espelho. A orelha direita ainda palpitava seguindo as batidas do coração. Há circulação nas orelhas, podia ter me perguntado, ou ainda, apenas em situações assim, dessas, que há circulação nas orelhas? É estranho que em situações, dessas, essas perguntas como um martelinho bem pequenino ficam repetindo em nossa mente, e nosso arquivo mental corre para as referências, que nesse caso há de serem procuradas na seção livros de biologia, volume único, ou aulas de biologia, que é o mesmo só que dosadas homeopaticamentes. Divagações cansam demais e de nada servem para o que aqui tentamos expressar. Talvez, seja esse o destino de todas as palavras saídas do pensamento, como qualquer objeto fugido do mundo das idéias. Falhas. São o que elas são, mas isso é tão normal de se falar depois da verborréia pós-tudo que como uma lança nos é transpassada de geração em geração, como um pendor. Concordemos e sejamos felizes e vamos ao finalmente (ou é melhor que, aqui, se diga inicialmente?). Imagens. De fato, é difícil estabelecermos um panorama quiçá manco sem ao menos descrever o rosto. Isso pode esperar. Baseemos-nos apenas no fácil, se possível.
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Este é o começo do meu novo projeto: de trás pra diante. O nome eu acho que será esse.
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Este é o começo do meu novo projeto: de trás pra diante. O nome eu acho que será esse.
