Tuesday, September 26, 2006

E de repente o cinza vira blue
e pacato imensamente amarelo
shinning, from outro lado do que não somos

(Pergunto: e o que é que não é?)

As todas as cores,
não é de nada,
as exatidões matizes.

Magentamente tal qual cesário verde
transponho.

e é ludismo, sim, senhor.
quem não somos mais nós?

Oniricamente acordo de uma realidade malsã
e desperto para um negro
para um negro brilhante,

melodicamente...
it is beatiful como o patinar do sol
no campo estrelado, escondido como na noite
que passa ao lado do passado e transforma-se em beleza sutil

does it?

Caleidoscopicamente, as demais voltas me engabelam
e, enfim, o fim,
em mim.


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política. A pior maneira de fazermos política é acreditarmos que ela não faz parte de nós.

2 Comments:

Blogger Rodrigo Barradas said...

E ae Fred. Esse poema fala sobre os partidos né? São todos iguais.

Enfim...
Olha O meu outro blog foi pro saco, havia perdido a senha do mesmo. Fiz esse novo.

Abraços meu filho!

1:28 PM  
Blogger Rodrigo Barradas said...

Eita merda, é Rodrigo aí em cima.
Vou mudar o nome dessa bagaça.

1:29 PM  

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