Intermitentes revoltinhas

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Thursday, April 03, 2008

As flores no jarro estão mortas.

Nada. Nem água nem açúcar. Ou gelo.

Mortas.

As cabeças pendem para o solo que outrora
alimentaram-nas.

Cruas como um menino.

As flores mortas cheiram para mim.

A vida não é para elas.

Flores passadas. Gastas.

As flores serão atiradas ao lixo.

Ali jaz toda a beleza.

posted by Frederico Machado | 8:21 PM | 1 comments